quarta-feira, 29 de março de 2017

Ghost in the Shell


Olá!
Hoje fui ver a antestreia do filme Ghost in the Shell. Consegui ganhar uns bilhetes num passatempo e não perdi a oportunidade.
Obviamente vim cá contar o que achei do filme.
Foi também a primeira vez que vi um filme em IMAX. Devo dizer que filmes em modo 3D não é coisa que me chame muito. IMAX torna as coisas ainda mais próximas e reais, por isso aí não me fascina, mas adorei o tom das cores e todos os mais ínfimos pormenores que se conseguiam ver. Por esses motivos valeu a pena.

imagem de imdb.com

Ghost in the Shell é baseado num anime japonês, que eu ainda não vi mas que, depois da sessão de hoje, vou certamente ver.
Tem acção num futuro próximo e foca-se essencialmente na relação que os humanos vão ter com as máquinas/robots, mas precisamente em como os dois vão ser aliados para criar, como por assim dizer, seres mais capazes que aliam as melhores qualidades dos humanos e das máquinas.
Mira, interpretada brilhantemente por Scarlett Johansson, é uma dessas experiências e a primeira a resultar a 100%.  O corpo dela é uma máquina na qual a única parte humana é o cérebro.
Ela faz parte de um grupo que tenta impedir crimes, mais precisamente cibercrimes, até que uma dessas resoluções a vai levar a descobrir coisas de que ela não fazia ideia e a dar a ela própria uma vida e significado para além da máquina.

Este não é, de todo, o meu tipo de filmes, mas a história cativou-me e por isso, mal vi o primeiro trailler, decidi que tinha de o ver.
Só posso dizer que o recomendo acima de tudo.
A história está muito bem contada, as interpretações dos actores foi excelente (a sério, gostei mesmo de todos, principalmente por cada um saber o seu lugar e a importância que tem não só na história mas também a nível de protagonismo), e os efeitos e cenários...ai, ai, ai.
Não sei se foi por ter visto em IMAX, mas fiquei colada. O espaço da história é o Japão e se já hoje eles são bastante desenvolvidos a nível de tecnologias, imagem como não serão daqui a uns anos. Isso está lá tudo e de uma forma, para mim, bastante credível.
A nível do que cada pessoa conseguia fazer devido às modificações robóticas que pode fazer já tive um pouco mais de confusão, porque, embora cada vez esteja mais para isso, custa-me acreditar que um dia as máquinas vão, por assim dizer, governar e absolutamente tudo, como ouvir e transmitir pensamentos, materializarmo-nos para outros locais, apagar memórias, etc, vá ser possível e de forma tão banal. E se hoje é quase normal os computadores e coisas que tais serem hackeadas, imaginem se os "humanos" também forem parte máquina...pode acontecer-lhes o mesmo e é partir de uma premissa dessas que se desenrola o filme.
As partes que eu menos gosto são as que envolvem lutas e tiroteios (mas isso em qualquer filme), mas aqui parecem-me, digamos assim, justificadas, se tivermos em conta o ponto de vista de Mira, que a certo ponto só tenta sobreviver e perceber a realidade.

Como já disse, aconselho vivamente que vão ver o filme. Mesmo que não seja do tipo do que costumam ver, é um conceito interessante para pensar no futuro e até mesmo no presente.

  

Estão interessados em ver este filme? Contem-me tudo!


Lena ♥




© Helena Pereira, Ghost in the Shell, 2016 All Rights Reserved.

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